Dia 1- Não o primeiro dia. Dia de criar, dia de constatar, dia de viver. Acho muito importante a conclusão. Serve para que eu possa voar para outro canto e o primeiro escrito certamente constitui uma conclusão para que eu possa partir para o segundo escrito .Por isso que optei por considerar, sem querer ser omissão, que tudo é relativo. Ou será que há coisas que não são relativas? Não pretendo com isso relativizar tudo mas concluir que não conheço o que não é relativo. Até a morte é relativa, sendo que o que se considera que o que é mais definitivo é a morte. Considero a morte um bicho mutante que mata a gente de medo. (sem qualquer tentativa de jogar com as palavras, apenas saiu) Essas minhas considerações tem por objetivo apenas dar continuidade ao que já concluiu por si mesmo, porque ao concluir algo eu parto para outra coisa, o que de uma certa forma constitui uma continuidade, não uma conclusão. Mas diriam vocês que ao iniciar algo novo estou iniciando e não continuando, no que discordo, porque vou me utilizar dos conceitos e conclusões do fato anteriormente abordado, o que já implica em continuidade, não acham? Bom... Podem ter achado tudo isto um papo furado, mas eu sou assim, continuo e interrompo a toda a hora, querendo apenas ser cada vez mais uma conclusão do meu próprio ser, sempre contínua.
Quando uma folha cai de uma árvore, este constitui um fato único, que relativiza aquele instante, porque no universo, aquela folha caiu daquela árvore específica, sem possibilidade de retorno.Mas para quê retorno se voltar é impossível? Reeditar aquilo que já foi já constitui uma impossibilidade indubitável. Talvez isto não seja relativo, mas se pensarmos que a tentativa de reconstrução nos remete ao que passou, neste caso, já relativizamos alguma coisa . Um beijo... Continuo sem relativizar (ou seria relativizando? É claro que seria... ) Tânia
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
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